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terça-feira, outubro 21, 2008

Beldades do Cinema Asiático - Chiaki Kuriyama

Para os que não andam muito nestas lides do cinema asiático, Chiaki Kuriyama é aquela rapariga chamada “Gogo Yubari”, com um ar muito sádico que aparece em “Kill Bill, Vol. 1”, sendo a guarda-costas colegial de “O-Ren Ishii”, interpretada por Lucy Liu. Actualmente com 24 anos, esta modelo e actriz é das figuras mais populares do Japão, e que já participou em vários êxitos recentes do país do sol nascente tais como “Battle Royale”, Azumi 2: Amor ou Morte”, “Ju-On” ou “The Great Yokai War”. Mais uma bela actriz, com uma propensão natural para papéis de vilã, a quem se augura um futuro bastante sorridente.










Site de fãs AQUI.



segunda-feira, setembro 17, 2007

Votações do "My Asian Movies"

Outros 4 grandes nomes do cinema asiático, que estão a votações aqui no "My Asian Movies":

Chiaki Kuriyama

Informação

Filmes em que participou, criticados no "My Asian Movies": Azumi 2: Amor ou Morte, Battle Royale

Tony Jaa (Panom Yeerum)

Informação

Filmes em que participou, criticados no "My Asian Movies": Ong Bak, o Guerreiro, A Honra do Dragão

Kang Hye-jeong

Informação

Filmes em que participou, criticados no "My Asian Movies": Oldboy - Velho Amigo, Ondas Invisíveis

Aaron Kwok

Informação

Filmes em que participou, criticados no "My Asian Movies": Anna Magdalena, The Storm Riders



sábado, outubro 14, 2006

Battle Royale/Batoru Rowaiaru ( 2000)
Origem: Japão
Duração: 113 minutos
Realizador: Kinji Fukasaku
Com: Tatsuya Fujiwara, Aki Maeda, Taro Yamamoto, Asanobu Ando, Kou Shibasaki, Chiaki Kuriyama, Takeshi Kitano, Yûko Miyamura
"Os ilustres concorrentes, ou melhor dizendo, a carne para a matança!"

Estória

Algures no Séc. XXI, o Japão encontra-se imergido numa crise económica gravíssima, que faz dispara o desemprego para uma taxa de 15%, o que equivale precisamente a quinze milhões de desempregados.

Sem esperança de um futuro risonho, muitos estudantes perdem o respeito aos professores e à escola, entram em motins e abandonam os estudos, tornando-se em verdadeiros delinquentes juvenis.

Com a caótica situação provocada pelos alunos das milhares de escolas existentes no Japão e que agrava ainda mais a instabilidade que se vive no país, o governo resolve tomar medidas drásticas. É emanada a "Lei Battle Royale", que cria um jogo muito peculiar envolvendo os adolescentes.

O desafio consiste em selecionar uma turma muito problemática, levá-la para uma ilha isolada, e pôr os estudantes a se matarem mutuamente, até que reste apenas um: o vencedor do jogo!

Outras particularidades fazem parte deste mórbido embate, tais como o facto de se em 3 dias não houver um vencedor, os colares que os alunos usam ao pescoço explodem automaticamente; é facultada uma mochila a cada um dos participantes que possui um "kit" de sobrevivência e uma arma que pode ir desde uma sofisticada metralhadora, passando por uma "katana" japonesa, até a uma simples tampa de panela; existem zonas qualificadas de muito perigosas, em que se o estudante lá estiver a determinada hora do dia, tem uma probabilidade muito mais elevada de ser morto, etc.

Este ano calhou a "má sorte" aos 42 alunos que compõem a turma de "Shuya", um rapaz órfão devido ao suicídio do pai por enforcamento.

Quando o jogo começa, igualmente se inicia a violência, o caos e as mortes em larga escala!

"Shuya e Noriko"

"Review"

Muitos poucos filmes tiveram o condão de provocar tanta polémica como o famoso "Battle Royale". Aquando da sua estreia no Japão, muita gente afluiu aos cinemas, outros demonstraram-se verdadeiramente chocados, e o próprio governo nipónico pensou seriamente em bani-lo.

Não demorou muito que este efeito se propagasse por todo o mundo, e a curiosidade grassou, atendendo a que o filme supostamente contava a estória de um grupo de adolescentes que se matavam uns aos outros, numa orgia de violência gratuita.

Diga-se desde já que este aspecto foi bastante empolado, pois apesar de "Battle Royale" ser por vezes chocante e violento, igualmente constitui uma película com grande substância, expedita mensagem e eivada de grande qualidade.

"O professor Kitano acompanhado da tropa"

O filme não possui praticamente momentos mortos, sendo recheado de bastante acção e um agradável entretenimento, se é que se pode usar esta expressão.

O facto de o argumento versar em grande parte acerca de adolescentes que lutam até à morte, é o grande culpado da polémica levantada em torno do filme, atendendo a que infelizmente e com alguma frequência, temos conhecimento próprio ou através dos meios de comunicação social, de eventos relacionados com a delinquência juvenil, tendo o seu expoente máximo nos massacres em liceus perpetrados por alunos, situação que ocorre amiúde, em especial nos E.U.A.

Se o filme mantivesse o mesmo argumento, com a única diferença de substituir-se os adolescentes por adultos, com certeza que metade do "frisson" criado à volta da película esvairia-se.

A interpretação dos jovens actores é muito boa, conseguindo em grande medida nos transmitir o desespero angustiane da luta pela sobrevivência e a infindável tristeza (pelo menos para alguns) em tirar a vida ao amigo ou colega com o qual partilhamos o quotidiano. Sobressai naturalmente o "acting" do único actor verdadeiramente experiente no filme, o consagrado Takeshi Kitano, ou como é frequentemente conhecido, "Beat" Takeshi.

Como já foi anteriormente avançado, "Battle Royale" não pode ser resumido a um conceito tão básico como a violência gratuita. Várias mensagens são transmitidas pelo filme, e se eu quisesse apontar quais as películas que melhor reflectem a natureza humana, com as suas expectativas e frustações, esta com certeza faria parte do rol. Veja-se por exemplo a personagem de "Shuya", que muitas vezes quando se encontra metido em situações delicadas, reflecte acerca da mensagem que o pai suicida lhe deixou ("Força Shuya! Tu consegues Shuya!"), ou então a figura de "Kawada" , um vencedor de uma antiga edição de "Battle Royale", que se submete novamente ao desafio, apenas para tentar perceber o que a namorada "Keiko" tentou-lhe transmitir aquando da sua morte.

Isto só para dizer, e insistindo novamente no aspecto da natureza humana, que o filme está impregnado de reflexões acerca do medo, da timidez, do amor, decepção, inveja, ciúme e humilhação, todos estes factores potenciados ao máximo pela situação crítica em que estes estudantes vivem.

Muitos poderão não gostar de "Battle Royale", mas todos terão forçosamente de reconhecer que é um filme que mexe conosco, fazendo jus à máxima "Amado ou Odiado".

Atrevam-se a visioná-lo!!!

"O alucinado!!!"

Trailer, The Internet Movie Database (IMDb) link

Outras críticas em português:

Avaliação:

Entretenimento - 8

Interpretação - 8

Argumento - 10

Banda-sonora - 8

Guarda-roupa e adereços - 8

Emotividade - 8

Mérito artístico - 8

Gosto pessoal do "M.A.M." - 8

Classificação final: 8,25


"Chiaki Kuriyama não está para brincadeiras"
























segunda-feira, agosto 28, 2006

Azumi 2: Amor ou Morte/Azumi 2: Death or Love (2005)

Origem: Japão

Duração: 112 minutos

Realizador: Shusuke Kaneko

Com: Aya Ueto, Yuma Ishigaki, Chiaki Kuriyama, Shun Oguri, Tak Sakaguchi, Kenichi Endo, Mikijiro Hira

"Azumi"

Alerta

Antes de começar a ler o texto, aviso que alguns aspectos de "Azumi, a Assassina", a primeira parte da saga de "Azumi", serão aqui revelados, pelo que só deve prosseguir caso tenha visto este filme.

"Nagara, Azumi e Kozue"

Estória

Depois de em "Azumi, a Assassina", a nossa heroína ter morto dois dos três nobres do clã Toyotomi que pretendiam opôr-se ao Xógun dos Tokugawa, em "Azumi 2..." podemos observar a missão que visa assassinar o terceiro senhor da guerra chamado "Masayuki Sanada".

A estória começa propriamente dita com "Azumi" e o seu único amigo sobrevivente "Nagara" a escaparem por pouco a uma emboscada levada a cabo pelo furioso "Kanbei", um dos inimigos fidagais dos jovens, e um grupo de ninjas.

Posteriormente os dois assassinos são convocados por "Lord Tenkai", que os tenta demover da missão de assassinar "Sanada", atendendo a que este está muito bem guardado por um grupo de ninjas com poderes fora do normal, os Koga, ancestrais inimigos dos Iga que por sua vez estão do lado de "Tenkai" e dos "Tokugawa".

Acontece que "Azumi" e "Nagara" em honra da missão que lhes foi confiada pelo falecido mestre, e relembrando os enormes sacrifícios que fizeram, recusam-se terminantemente a desistir dos seus intentos. Tendo em vista o auxílio à demanda, os Iga enviam "Kozue", uma jovem ninja que acompanha "Azumi e "Nagara".

No caminho para o monte "Kudo" (onde está localizado o alvo "Sanada"), "Azumi" encontra um grupo de bandidos com bom coração, cujo irmão do líder é exactamente igual a "Nachi", o amor de "Azumi", que esta foi obrigada a assassinar no primeiro filme.

Conseguirá "Azumi" lidar com os seus sentimentos, e ao mesmo tempo cumprir a missão que lhe foi confiada?

"Azumi prepara-se para enfrentar um inimigo"

"Review"

Antes de tudo e correndo o risco de antecipar em muito a conclusão, tenho a dizer que "Azumi 2..." é um filme interessante, inclusive passivel de ser catalogado de bom, mas está uns furos abaixo do seu antecessor.

A atmosfera é em tudo semelhante a "Azumi, a Assassina", embora desde logo falte um vilão com carisma suficiente que de brilho à rapariga. Mais concretamente sente-se a ausência de um "Bijomaru Mogami". Não quero com isto afirmar que os ninjas de Kouga não sejam bons adversários, indo a minha preferência neste particular para "Roppa", um gigante que parece ser decalcado do anime de culto "Ninja Scroll, o Mercenário". A tal facto não será alheio a presença de Yoshiaki Kawajiri como autor da estória de "Azumi 2...". Caso não saibam, Kawajiri é o realizador de "Ninja Scroll". Voltando aos vilões, falta a crueldade alucinada de "Bijomaru"! Se calhar já sou eu que estou mal habituado!

Um "furo abaixo" que o filme possui passa pela própria figura de "Azumi". Já na crítica que fiz ao primeiro filme, tinha afirmado que Aya Ueto possuia o condão de a nível da representação dar um ar muito ingénuo, mas ao mesmo tempo mortal à figura da assassina, o que era francamente positivo. Mas igualmente tinha chamado à atenção para o facto de ficarmos com a sensação que "Azumi" não era tão grande espadachim quanto isso e que não amiúde se tinha recorrido a várias técnicas para disfarçar o "handy-cap" da rapariga. Neste filme, ainda mais do que no primeiro, atrevo-me a dizer que "Azumi" parece uma verdadeira desastrada, sem um verdadeiro domínio da "katana", e que se um dos maus se esforçasse verdadeiramente despachava a rapariga em três tempos!

"Luta com um dos super ninjas dos Koga"

"Azumi 2..." tem bastantes cenas de luta, com a costumeira profusão de sangue e golpes rápidos e certeiros. Destaco em especial as sequências em que intervem o ninja "Roppa", com a sua fantástica lança-bomerangue. No entanto, há uma nítida preocupação em mostrar uma "Azumi" interessada nos seus aspectos mais íntimos e pessoais. Tal é ainda mais instigado pela sua relação com "Ginkaku", o rapaz bastante semelhante ao falecido "Nachi". E é com base nisto que por vezes a película envereda por devaneios inúteis e que só nos fazem perder tempo. O drama aqui mais profuso, não é tão bem conseguido como no primeiro filme, que possuia menos, mas mais bem feito.

"Azumi 2: Amor ou Morte", é uma longa-metragem bem intencionada, com pormenores deliciosos, mas como já foi várias vezes referido, não atinge o nível do seu antecessor. No entanto será um filme a ver para os fãs e não só desta figura de "manga".

Igualmente é preciso aproveitar o facto de haver uma edição nacional, e inclusive um "pack" que nos dá a oportunidade de adquirir os dois filmes de uma só vez.

Com interesse!

"Violenta golpe lançado sobre Lord Sanada"

Trailer, The Internet Movie Database (IMDb) link

Esta crítica encontra-se igualmente disponível "on line" em ClubOtaku

Avaliação:

Entretenimento - 8

Interpretação - 7

Argumento - 7

Banda-sonora - 7

Guarda-roupa e adereços - 8

Emotividade - 8

Mérito artístico - 7

Gosto pessoal do "M.A.M." - 7

Classificação final: 7,38