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sábado, abril 24, 2010

Crows Zero II/Kurôzu Zero II - クローズZERO 2 (2009)

Capa

Origem: Japão

Duração aproximada: 133 minutos

Realizador: Takashi Miike

Com: Shun Oguri, Takayuki Yamada, Meisa Kuroki, Kyôsuke Abe, Nobuaki Kaneko, Haruma Miura, Sosuke Takaoka, Ryohei Abe, Shinnosuke Abe, Gou Ayano, Shunsuke Daitô, Kaname Endô, Ken'ichi Endo, Goro Kishitani, Yutaka Matsushige, Kenta Kiritani, Yusuke Kamiji, Tsutomu Takahishi, Motoki Fukami, Suzunosuke

Genji 2

Genji”

Sinopse

Após os eventos de “Crows Zero”, “Genji Takaya” (Shun Oguri) tornou-se o líder quase incontestado do liceu Suzuran, embora não tenha ainda conseguido derrotar o solitário e poderoso “Rindaman” (Motoki Fukami). As coisas pioram quando “Sho Kawanishi” (Shinnosuke Abe), o antigo líder de Suzuran, é libertado do centro de detenção juvenil. A razão pela qual “Kawanishi” se encontrava detido foi o homicídio do líder do liceu Hosen, no meio de uma zaragata entre as duas escolas.

Serizawa com o restante do liceu Suzuram

Serizawa e os membros do liceu de Suzuran”

A liberdade de “Kawanishi” desfere um golpe mortal nas tréguas que se encontram estabelecidas entre Suzuran e Hosen, e estes últimos, aproveitando o facto de “Genji” não conseguir uma unidade completa entre os seus colegas, começam a desferir ataques concertados aos rivais. Hosen parece estar a levar de vencida a guerra, e “Genji” terá de empregar toda a sua capacidade para unir os alunos de Suzuran, incluindo a facção do seu rival “Serizawa” (Takayuki Yamada), de forma a poder retaliar em força.

Os alunos de Hosen

Os alunos de Hosen”

Review”

Dois anos após a realização de “Crows Zero”, e atendendo à grande popularidade que este filme granjeou principalmente entre a juventude nipónica, o polémico Takashi Miike retorna com a sequela, usando basicamente a mesma fórmula de sucesso da película predecessora. Aquando da realização do primeiro “Crows”, foi usada um sistema que à altura reputei de equilibrado para o que se pretendia. Eivado de uma dinâmica apelativa, “Crows Zero” longe de ser uma obra maior de cinema, é uma longa-metragem com uma aura muito apelativa para o espectador, principalmente para os que atravessam a fase mais rebelde da vida. A sua química contagiante e muito “cool”, fazia com que passássemos um bom bocado, sem recurso a qualquer tipo de intelectualidade forçada, ou dando margem para algum tipo de mensagem mais erudita, ou algo semelhante. É curto, é grosso, vai directo ao assunto, e ponto final! Também tem o seu lugar merecido, no maravilhoso e muito diversificado espectro da sétima arte. Como já foi dado a entender, aqui “Crows Zero II” não terá muito a seu favor a novidade. E como mantém praticamente o mesmo ritmo e assenta nas mesmas premissas, será mais do mesmo, o que não é propriamente um factor negativo.

Genji e o líder dos Hosen

Genji depara-se com Narumi, líder dos Hosen”

As centenas de socos e pontapés continuam a desfilar a sua saga brutal através do ecrã, e captam para si as maiores despesas a nível da emotividade e do ritmo de “Crows II”. Desta vez, já não temos a rivalidade a despontar furiosamente no liceu de Suzuran, como no primeiro filme. Agora os outrora adversários, “Genji” e “Serizawa”, têm de conjugar esforços para derrotar um inimigo comum e externo, que consegue igualmente ser ameaçador. E é aqui que algo de bastante positivo sobrevém, pois os principais elementos de “Hosen”, o liceu rival, conferem alguma espectacularidade e dimensão a esta longa-metragem. “Narumi”, o líder de “Hosen”, interpretado pelo cantor Nobuaki Kaneko, em muitas alturas de “Crows Zero II” revela ser um oponente à altura de “Genji”, tanto no carisma como na força de lutar e viver perigosamente. O psicopata efeminado “Urushibara”, a quem Gou Ayano dá vida, desponta muito bem no ecrã, revelando à primeira vista uma fragilidade enganadora, que na realidade é uma máquina de pancadaria sádica e brutal.

Muito mais não haverá a referir acerca de “Crows Zero II”, que já não tenhamos aludido a propósito do primeiro filme da saga. Mantém basicamente o mesmo registo do predecessor, ficando uns furos abaixo noutros aspectos. E sempre se poderá dizer que embora a banda-sonora muito dinâmica e emblemática se mantenha, os “Street Beats” brilhavam muito mais em “Crows Zero”. Superficial, mas sempre bem-vindo nos momentos de descontracção. Valerá a pena visuar num formato dois em um, “Crows Zero” seguido de “Crows Zero II”, numa tarde de domingo, ou em dias para descarregar raivas e frustrações!

Confronto

O confronto final”

imdb Nota 7.1 (482 votos) em 24/04/2010

Avaliação:

Entretenimento – 9

Interpretação – 7

Argumento – 6

Banda-sonora – 8

Guarda-roupa e adereços – 8

Emotividade – 9

Mérito artístico – 7

Gosto pessoal do “M.A.M.” – 7

Classificação final: 7,63

domingo, novembro 29, 2009

Crows Zero/Kurôzu Zero – クローズ (2007)

Capa

Origem: Japão

Duração aproximada: 130 minutos

Realizador: Takashi Miike

Com: Shun Oguri, Kyôsuke Abe, Meisa Kuroki, Takayuki Yamada, Sansei Shiomi, Ken'ichi Endô, Gorô Kishitani, Kenta Kiritani, Sousuke Takaoka, Yusuke Kamiji, Tsutomu Takahashi, Suzunosuke, Kaname Endo, Sunsuke Taido

Genji rodeado dos seus lugares-tenente

Genji rodeado dos seus lugares-tenente”

Sinopse

“Genji Takaya” (Shun Oguri) é um estudante que foi transferido para o liceu “Suzuran”, considerado a escola mais violenta de todo o Japão, onde “gangs” de estudantes digladiam-se constantemente pelo controlo do estabelecimento. Embora não domine todo o território, o estudante mais temido é “Tamao Serizawa” (Takayuki Yamada), que é conhecido pela sua especial ferocidade que emprega nas lutas, apesar do seu ar inocente. “Genji” começa a dar nas vistas quando sozinho derrota quatro Yakuza, e coloca sob o seu domínio uma das classes, anteriormente chefiada por “Chuta” (Suzunosuke).

Serizawa e o seu gang 2

Serizawa e o seu gang”

“Genji” cai nos bons auspícios do Yakuza “Ken” (Kyosuke Abe), que o aconselha da melhor forma a subir na hierarquia de “Suzuran”. O rapaz, juntamente com “Chuta”, começa a juntar correligionários e a unir facções rivais, de forma a poder ombrear com “Serizawa”. No desígnio, consegue cativar líderes de outras classes, tais como o alucinado, mas leal “Makise” (Takahashi Tsutomu) e o calculista “Izaki” (Sousuke Takaoka). Pelo meio, “Genji” apaixona-se pela bela “Ruka Aizawa” (Meisa Kuroki). “Seizawa” apercebe-se da ascensão de “Genji” no meio, e prepara-se para defender a sua supremacia. Um embate demolidor aproxima-se.

Ken Katagiri e os yakuza

Ken Katagiri e os companheiros yakuza”

“Review”

Baseado na popular manga shonen “Crows”, de Hiroshi Takahashi, o profícuo Takashi Miike faz uma incursão no mundo da juventude delinquente e rebelde, com muita acção e violência à mistura. Dizem os entendidos que o filme é uma fiel adaptação do espectro geral da banda-desenhada, embora se passe numa altura anterior ao enredo ali presente. Confesso que nunca tive a oportunidade de passar os olhos pela manga, pelo que neste particular abster-me-ei, dando tal facto por assente até prova em contrário. À altura, “Crows Zero” constituiu o maior sucesso de bilheteira do realizador, e não é difícil perceber porquê. Trata-se de uma obra muito comercial, cheia de ídolos dos adolescentes japoneses, dos quais se destaca o actor principal Shun Oguri, muito apreciado sobretudo pelo público feminino. A “comercialidade” deste filme levantou várias reticências na crítica e fãs mais puristas de Miike, não fosse o realizador encarado como um “enfant terrible” do actual paradigma cinematográfico nipónico.

O crescendo da fama de Miike, inclusive nos meios internacionais, implica naturalmente a atracção dos grandes estúdios e a possibilidade de obtenção de orçamentos acima da média. Embora existam uma grande diversidade de opiniões, no tocante ao relacionamento destes aspectos com o resultado final em “Crows Zero”, sempre irei pelo meio termo, correndo o risco de ser acusado de “uma fuga para a frente”, ou da resposta fácil. Sendo perceptível que a faceta de um maior número de potenciais apreciadores aumenta em “Crows Zero”, numa relação com anteriores obras de Miike, sempre se reconhecerá que alguns traços típicos do cinema do realizador como a abordagem frontal (embora não visceral) e violenta marcam a sua presença.

Luca Aizawa e Genji

Luca Aizawa e Genji”

Como já acima aflorei, “Crows Zero” é uma longa-metragem que lida com um tema que normalmente tem bastante aceitação no público, principalmente no mais jovem, que passa pela adolescência conturbada que degenera em violência, à semelhança de uma qualquer luta animal ou animalesca que vise a conquista de um grupo determinado. Sendo uma película a explodir de testosterona, sempre tem os seus momentos mais profundos, que passam sobretudo pelas delicadas relações entre os intervenientes. Mesmo assim, esta última premissa assume natureza de excepção. Quem aqui dita a lei são os punhos, com um exagero claramente requisitado, mas com uma capacidade de entretenimento muito elevada. As cenas de acção estão geralmente bem coreografadas, com aspectos claramente hiperbólicos onde são quebradas algumas leis da física, mas aceitáveis face ao espectro geral desta obra. Socos demolidores, pontapés que seriam capazes de deitar abaixo uma parede de tijolos, uma resistência à pancada fora do normal e afins. O aspirante a visionar “Crows Zero” irá deparar-se com um misto de realidade por vezes grotesca, com um enxerto algo fantástico, mas devidamente ali enquadrado.

O ambiente de banda-desenhada encontra-se bastante presente, com as caretas e trejeitos do costume a pontificar e que confere alguma comicidade ao filme. A banda-sonora acompanha fielmente toda a aura rebelde e “carpe diem” da película, com faixas que vão desde o hip-hop interpretado ao vivo pela actriz Meisa Kuroki, até ao “Punk Rockabilly” dos “The Street Beats”, de que recentemente dei conta aqui, colocando um vídeo de uma música que gostei particularmente, intitulada “Eternal Rock n' Roll”, e que ilustra o genérico final do filme.

Com actuações agradáveis de Shun Oguri e Cia., onde desponta muito mais o estilo “fixe” e de impressão à primeira vista, do que algum laivo de genialidade técnica, “Crows Zero” acaba por se revelar uma agradável proposta no segmento do entretenimento. Estará longe de constituir uma das obra de referência de Takashi Miike, mas atrairá imenso a generalidade do público pela sua irreverência. Afinal quem é que resiste a uma história de adolescentes rebeldes, a transbordar de carisma e onde cada dia é vivido como se fosse o último? Acrescente-se uns pequenos condimentos de romance, música da “desbunda”, uma pequena história Yakuza paralela, e o truque está feito.

Ideal para um domingo à tarde!

O liceu Suzuran

O liceu Suzuram”

imdb Nota 6.9 (1.024 votos) em 29/11/2009

Outras críticas em português:

  1. Cine Dewonny

Avaliação:

Entretenimento – 9

Interpretação – 7

Argumento – 7

Banda-sonora – 8

Guarda-roupa e adereços – 8

Emotividade – 9

Mérito artístico – 7

Gosto pessoal do “M.A.M.” – 7

Classificação final: 7,75

segunda-feira, junho 09, 2008

Returner - O Princípio do Fim/Returner/Ritana - リターナー (2002)

Origem: Japão

Duração: 112 minutos

Realizador: Takashi Yamazaki

Com: Takeshi Kaneshiro, Anne Suzuki, Kirin Kiki, Goro Kishitani, Yukiko Okamoto, Mitsuru Murata, Kisuke Lida, Kazuya Shimizu, Chiharu Kawai, Dean Harrington, Xiaoqun Zhao, Masaya Takahashi

"Miyamoto"

Sinopse

No ano de 2084, a maior parte da raça humana encontra-se quase extinta, devido a uma guerra com um povo extraterrestre que invadiu o planeta terra há muitos anos atrás, concentrando-se a última bolsa de resistência nas montanhas do Tibete. Os humanos concebem uma máquina de viajar no tempo, em ordem a que um enviado possa voltar à altura em que o primeiro alienígena chegou à Terra, e matá-lo antes que ele possa contactar com o seu povo.

Quando os extraterrestres atacam a fortaleza dos humanos, “Milly” (Anne Suzuki) entra na máquina do tempo e regride até ao dia 19 de Outubro de 2002 (Nota pessoal: curiosamente o dia do meu aniversário! ), onde acaba por se cruzar com o assassino a soldo “Miyamoto” (Takeshi Kaneshiro), no meio de uma luta contra o seu inimigo fidagal, o “gangster” Mizoguchi (Goro Kishitani).

"Milly"

“Milly”, através da ameaça, convence “Miyamoto” a ajudá-la, colocando para o efeito um explosivo no seu pescoço. “Miyamoto”, sem alternativa face às circunstâncias, vai com a sua nova companheira em busca da nave espacial do extraterrestre. Eventualmente descobrem que o exército já a removeu, conjuntamente com o seu ocupante, de forma a que possa ser levado a cabo estudos e experiências.

“Milly” e “Miyamoto” acabam por descobrir que o alienígena é inofensivo, e em vez de o matarem, tentam fazer tudo para salvá-lo das garras de “Mizoguchi”, que vê aqui uma oportunidade de negócio, nem que para isso a Terra tenha de ser destruída.

"O gangster Mizoguchi"

"Review"

“Returner” é tributário de várias obras que marcaram a ficção científica nos últimos 25 anos, e não tem qualquer problema em demonstrar este facto. Podemos claramente distinguir aspectos relacionados com películas tão variadas como “E.T.”, “Exterminador Implacável”, “Dia da Independência” ou “Matrix”. Confusos? Acreditem que é a mais pura verdade! “Returner” consegue mesclar todos estes elementos num único filme, o que não quer dizer que tal seja necessariamente bom...

A película vive constantemente sob o signo da superficialidade e de alguma incoerência que chega a ser irritante. É claramente uma obra dirigida para cinéfilos menos exigentes, que adoram tudo o que seja “blockbuster” da moda, com as costumeiras toneladas de “clichés” da ordem. A inteligência e a fineza de uma boa longa-metragem não marcam aqui presença, isso é certo. Tudo o que conta são os efeitos especiais de arrasar e as diabólicas cenas de acção, que a maior parte das vezes não servem propósito nenhum, sendo encaixadas apenas para impressionar. O previsível uso extremo de “slow motion” ajuda a pintar o resto do quadro. Com um orçamento generoso, não será despiciendo afirmar que esta longa-metragem foi feita com o claro propósito de atingir o mercado global, não se confinando apenas às fronteiras do extremo-oriente. Sinceramente, visionar “Returner” e jogar um “videogame” proporciona sensações muito parecidas. Mas ao menos, neste último caso ainda temos algum controlo sobre as situações que se desenrolam, e praticamos até melhorar. No caso de “Returner”, esperamos que o realizador Takashi Yamazaki se aperceba que um filme não pode viver apenas do visual, desprezando quase tudo o resto.

"Perseguição explosiva"

O argumento é pouco sério e credível. É perfeitamente óbvio que um filme cuja trama principal versa sobre aspectos da ficção científica, tenha de incluir forçosamente elementos fantasiosos. Mas até neste domínio, uma certa honestidade intelectual é de exigir. Numa corrida contra o tempo para salvar o mundo, em que os heróis da película possuem apenas três dias (19 a 22 de Outubro) para pôr cobro à iminência do maior desastre da humanidade, é estranho que se perca tanto tempo com futilidades encaixadas à pressão. É certo que qualquer longa-metragem tem sempre uma certa necessidade de alguma humanização, de forma a que a empatia com o público seja salvaguardada. Mas andar por exemplo a perder horas a escolher roupa para a rapariga se encontrar apresentável, é de bradar aos céus!

A credibilidade é completamente derrotada na forma como o governo japonês trata a questão do extraterrestre. Mas então alguém acredita numa situação que urge assegurar a integridade nacional (e porque não dizer mundial!), seja permitido a três estranhos (mesmo que acompanhados por uma pessoa aparentemente confiável) deambular por instalações de segurança máxima e secreta, vejam a nave espacial e até gozem na cara do alienígena, maltratando-o. Cabe na cabeça de alguém, que um membro de uma tríade (a exercer o seu ofício criminoso no Japão), acompanhado de meia dúzia de apaniguados, possa irromper por essas mesmas instalações, e levar a seu bel-prazer os despojos mais importantes que existem na Terra naquele momento. Onde é que estão os corpos especiais do exército, que em meia-dúzia de minutos repeliriam esta situação? Não existe segurança nenhuma no país para obstar a que um bando de criminosos proceda como bem entenda numa matéria tão delicada? É que não estamos propriamente a falar dos comandos da “Mossad” ?

Contudo, e no meio de tanta maledicência, sempre se dirá que “Returner” possui alguns aspectos positivos e que não são nada de desprezar. O visual, como já acima foi aflorado, é bem conseguido, salvo um ou outro aspecto menor. Os efeitos especiais são generosos, revelando um bom nível, no qual se destacam as naves camufladas dos extraterrestres e os cenários apocalípticos do futuro. Takeshi Kaneshiro é daqueles seres humanos que nasceram com a tremenda sorte de parecerem sempre “cool” em tudo o que vistam ou façam (o sobretudo de cabedal é uma marca que dá sempre uma dimensão superior). A jovem Anne Suzuki consegue convencer na sua interpretação, e o mafioso Goro Kishitani, na sua postura “à Gary Oldman orientalizado”, proporciona um vilão aceitável. Juntem-se algumas cenas de acção de regalar a vista e o trabalho de relevo está feito. A título de curiosidade regista-se a escolha da música do genérico final que é “Dig In”, de Lenny Kravitz.

Muitas vezes a melhor forma de homenagear um determinado segmento de cinema é inspirarmo-nos no que de bom já foi feito, e se possível, tentarmos melhorá-lo. “Returner”, embora com alguns aspectos positivos, no geral não o faz. Aconselhável para aqueles que adoram um “blockbuster” insípido, que sobrevive à conta da cultura do fixe e do visual. Os restantes, podem muito bem passar ao lado deste filme, pois a vossa vida não ficará mais pobre por isso...

"O cenário apocalíptico do futuro"

Trailer, The Internet Movie Database (IMDb) link

Outras críticas em português: Cinema Fantástico

Avaliação:

Entretenimento - 8

Interpretação - 7

Argumento - 6

Banda-sonora - 7

Guarda-roupa e adereços - 8

Emotividade - 8

Mérito artístico - 7

Gosto pessoal do "M.A.M." - 6

Classificação final: 7,13